segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Um tempo longe disso tudo

Enfim internet, agora sim posso respirar esse "ar" contaminado de informações na velocidade do tempo real, basta... essa exclusão proporcionada à dedicação tem seus Prós e Contras, o lado bom o nome já diz... D-E-D-I-C-A-Ç-Ã-O, você torna tudo o que deseja ao alcance de suas mãos, mas acaba se excluindo de sua vida social para isolar-se em um mundo onde à aprovação é incerta, BASTA novamente, esse ano já passou e devo esquecer algumas provas mesmo tendo em vista a UERJ e a tão sonhada faculdade de geografia...

Um pouco afastado dessa livre forma de escrever sinto-me ate inseguro sobre o que falar, reclamar ou aplaudir, mas hoje vi um filme que mudou um pouco mais a minha visão sobre alguns artistas... "As melhores coisas do mundo", antes pensava que o filme era coisa de adolescente indeciso e confirmei a minha teoria, mas o engraçado foi esperar por grandes atuações de Caio Blat, Paulo Vilhena, Denise Fraga e ate do Zé Carlos Machado, os grandes nomes do filme e foram os que menos representaram, mas lógico que deram aquele "Q" no filme, enfim... o filme passa os conflitos de um colégio que vive a beira dos vexames e das grandes decepções provocadas pelo uso errado da informação pessoal de cada um, onde os irmão Mano e Pedro representados por Francisco Miguez e Fiuk vivem dois grandes vexames, possuem um pai gay, o que é motivo de chacota da escola e o Pedro, vive um amor doentio.... ele foi abandonado por sua namorada e entra em depressão, mas o contexto é que todos que possuem esses vexames se reúnem para fazer uma chapa com o intuito de conscientizar as pessoas sobre o uso correto da internet e das redes sociais, uma boa visão para um filme que apresentava muitos aspectos de um publico muito infantil.... enfim gostei e recomendo !


Para fechar, é muito bom estar de volta, mas infelizmente por pouco tempo, final de ano é bom para trabalhar e hoje o telefone já tocou com uma boa noticia... apesar dos contras o final do mês sempre será favorável em visão da conta bancaria, agora devemos deixar de lado essa consciência capitalista, mas também não podemos querer um mundo mágico sem consumo onde todos somos filhos do capitalismo e não podemos negar nossas origens...

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